
Há 12 anos trabalhadores e patrões dos serviços de saúde de Pelotas não fecham uma convenção salarial coletivo. Mesmo assim, a classe patronal tem respondido com a concessão dos reajustes pelo INPC pleno. “Com exceção da FAU, todos os demais estabelecimentos têm cumprido o que é acordado”, aponta Luciano Viegas, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Serviços de Saúde(SindiSaúde) de Pelotas, que espera uma mudança na condução das negociações com vistas ao próximo dissídio da categoria.
Após fechar as assembléias regionais com os trabalhadores, que reivindicam o INPC pleno na data-base, ou seja, o mês de novembro, o SindiSaúde aguarda o prazo para as negociações com a classe patronal.. “Queremos o 100% do INPC mais o índice do PIB como aumento real”, destaca Luciano, lembrando que o Sindicato espera para os próximos dias, no período de 21 deste mês até o dia 31 de outubro a manifestação do Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde de Pelotas para concluir o acordo coletivo, após 12 anos. Caso não ocorra o acordo, o SindiSaúde terá de ajuizar a revisão de dissídio coletivo junto ao Tribunal Regional do Trabalho(TRT).
Após fechar as assembléias regionais com os trabalhadores, que reivindicam o INPC pleno na data-base, ou seja, o mês de novembro, o SindiSaúde aguarda o prazo para as negociações com a classe patronal.. “Queremos o 100% do INPC mais o índice do PIB como aumento real”, destaca Luciano, lembrando que o Sindicato espera para os próximos dias, no período de 21 deste mês até o dia 31 de outubro a manifestação do Sindicato dos Estabelecimentos de Saúde de Pelotas para concluir o acordo coletivo, após 12 anos. Caso não ocorra o acordo, o SindiSaúde terá de ajuizar a revisão de dissídio coletivo junto ao Tribunal Regional do Trabalho(TRT).